O novo mangá Ojou-sama no Geboku estreou na Shonen Jump+ e rapidamente virou alvo de críticas na plataforma. Leitores apontam que a arte do primeiro capítulo apresenta sinais claros de uso de inteligência artificial, gerando debate imediato nas redes.
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A obra, publicada pela Shueisha, chegou gratuitamente na plataforma. No entanto, em vez de elogios, acumulou comentários negativos. Muitos leitores destacaram inconsistências visuais e um estilo artificial que destoou do padrão esperado da revista digital.

O ponto mais criticado envolve uma sequência de cerca de 20 páginas. Nela, aparecem familiares dos personagens em um flashback. Segundo leitores japoneses, os quadros exibem falhas típicas de imagens geradas por IA, como deformações e falta de coesão visual.

Além disso, a variação de traço entre páginas chamou atenção. O público também questionou como a equipe editorial aprovou o material. Para muitos, isso compromete a credibilidade da plataforma e levanta dúvidas sobre os critérios de qualidade atuais.
Até o momento, nem a plataforma nem os responsáveis por Ojou-sama no Geboku se pronunciaram. Parte do público acredita que a IA pode ajudar em prazos apertados, comuns na indústria de mangás. Ainda assim, a maioria considera que o uso excessivo prejudica a experiência.
