Após mais de duas décadas desde seu lançamento original, Dragon Quest VII voltou aos holofotes graças ao anúncio de Dragon Quest Eden, novo mangá que funciona como continuação direta da aventura lançada pela Square Enix. Antes de acompanhar essa nova história, vale a pena relembrar os acontecimentos que marcaram um dos capítulos mais extensos da franquia.
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Lançado originalmente para PlayStation em 2000, o jogo Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past acompanha um jovem herói e seus amigos em uma jornada que começa de forma simples, mas logo revela um mistério envolvendo continentes desaparecidos e o passado do mundo.

Ao explorar antigas ruínas, o grupo encontra fragmentos misteriosos que permitem viajar para diferentes períodos da história. Cada local visitado apresenta conflitos próprios, desde reinos em guerra até cidades afetadas por maldições e tragédias. Aos poucos, os heróis restauram terras que haviam sido apagadas da existência.
A longa jornada contra Orgodemir
Durante a aventura, os protagonistas descobrem que o responsável pelo desaparecimento de diversos continentes é Orgodemir, uma poderosa entidade maligna que tentou dominar o mundo. No entanto, a busca pelos fragmentos se transforma em uma missão para restaurar a história e impedir que o vilão complete seus planos.

O jogo ficou conhecido por sua enorme duração, sistema de classes e narrativa dividida em diversos episódios conectados. Muitos fãs consideram Dragon Quest VII uma das histórias mais ambiciosas da série.
Onde Dragon Quest Eden se encaixa?
O novo mangá Dragon Quest Eden no Senshi-tachi é apresentado como uma sequência direta dos eventos de Dragon Quest VII. A obra traz novamente o traço de Kamui Fujiwara, conhecido por Dragon Quest: Emblem of Roto, enquanto Yuji Horii participa como supervisor do projeto.

Embora os detalhes da trama ainda sejam limitados, a publicação marca o retorno oficial ao universo do sétimo jogo após cerca de 20 anos. Isso abre espaço para explorar o destino dos personagens e as consequências dos acontecimentos que encerraram a aventura original.
O que acontece no primeiro capítulo de Dragon Quest Eden?
O primeiro capítulo mostra que a história começa após os eventos de Dragon Quest VII, em um mundo que já teve seus continentes restaurados. No entanto, Arus passa a questionar as consequências da jornada que salvou o mundo. Enquanto observa antigas ruínas e territórios reconstruídos, ele percebe que ainda existem mistérios sobre o passado que permanecem sem resposta.

A trama reúne novamente Arus, Maribel e Gabo, que acabam envolvidos em uma nova viagem ligada aos fragmentos e aos eventos que moldaram a história do mundo. Durante a exploração, o grupo encontra vestígios de civilizações antigas, artefatos perdidos e registros relacionados ao povo de Yubar, ampliando elementos que tiveram destaque no jogo original.

O capítulo também apresenta um novo conflito envolvendo o ritual conhecido como “Ressurreição de Deus”. A cerimônia é ameaçada por forças hostis, levando Arus a despertar novamente poderes ligados ao emblema presente em seu braço. Assim a situação coloca os protagonistas diante de uma ameaça que parece conectada aos segredos deixados pela aventura anterior.

Além disso, a obra revela o destino de alguns personagens após o final do jogo e sugere que acontecimentos do passado continuam influenciando o presente. O encerramento do capítulo deixa em aberto novas perguntas sobre a origem de artefatos antigos, o legado dos habitantes de Yubar e o verdadeiro significado dos eventos que cercam a restauração do mundo.

Sendo assim, com o mangá de Dragon Quest Eden em andamento e um remake de Dragon Quest VII lançado em 2026, a franquia vive um momento especial para antigos jogadores e novos leitores que desejam conhecer melhor esse importante capítulo da série.
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Fonte: Dragon Quest News e Square Enix
